Ontem
estava no parque da empresa, à minha espera no carro, com o pai. Entro, pego nela e vejo que tem uma grande (mas mesmo grande) galo no meio da testa. O maior até hoje. Caiu, tropeçou e bateu mesmo de frente nas escadas de mármore. Ui! Até me doeu o coração ao imaginar. Agora, gelo, gelo e mais gelo (se ela deixasse).
À noite, já na cama, digo-lhe que o galo vai cantar. Ela ri e começa a dizer "cócórócócóoooo!". Eu pergunto-lhe onde tropeçou. Ela responde-me com um ar muito sério: "Nos pés!"
Eu sorrio, olho para aquele galo e volta a doer-me o coração. Crescer também é sofrer.
À noite, já na cama, digo-lhe que o galo vai cantar. Ela ri e começa a dizer "cócórócócóoooo!". Eu pergunto-lhe onde tropeçou. Ela responde-me com um ar muito sério: "Nos pés!"
Eu sorrio, olho para aquele galo e volta a doer-me o coração. Crescer também é sofrer.



2 Comments:
até a mim me doeu:((( tadinha.
O Kiko tinha uns 3 anos quando também fez um galo na testa e ainda hoje tem a marca:((((
Beijinho mimados para a B.
Catarina
a resposta dela foi excelente... ahahahhahahahh
mas realmente o nosso coração sofre com cada uma... acaba por doer mais a nós que a eles...
beijo no galinho...
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