quarta-feira, dezembro 21, 2005

Encerrado

temporariamente.
A todos (lol) um Feliz Natal.

Há

dias em que me sinto estranha e não consigo descrever o que sinto.
Hoje é um deles.

Sou

ciumenta.

Coisas que não percebo

Porque é que oiço TODA a gente a criticar os pais natais pendurados nas janelas e varandas.....e praticamente TODAS as casas têm um????
Querem ver que lhes apontam uma arma à cabeça e os forçam a fazê-lo??


PS: eu não tenho um pai natal pendurado, nem luzinhas, a minha árvore é pequenita e sem graça, mas os pais natais lá pendurados não me incomodam. Até lhes agradeço porque tornam o Natal mais bonito aos olhos da minha filha :P

terça-feira, dezembro 20, 2005

Tabuada

Nós: 2x1
Ela: doishhhh!!!!
Nós: 2x2
Ela: catroooo!!!!
Nós: 2x3
Ela: seissss!!!!

Na

caixa de correio veio um miminho daqui.
Muito obrigada querida! Adorei! Nem que seja às 3h da manhã tenho de o ver! Estou em pulgas!
Beijos para ti!

segunda-feira, dezembro 19, 2005

Constatação II

As pessoas fogem de mim.

Reformulação da constatação

Face a algumas fotos que vi, aquela coisa verde e pequenita que tenho lá em casa não se pode sequer chamar árvore de Natal.
Espero que a minha filha um dia me perdoe.

Constatações

a minha árvore de Natal é mesmo foleira. De cada vez que abro um blog e vejo as árvores de cada um, dá-me vontade de rir, só de imaginar a minha.

Desespero

Pegar no calendário de 2006 e ver quando é o próximo feriado e verificar em que dias da semana são todos os feriados do ano.

A menina-bebé

lá de casa não se resolve a dormir bem. E já estou cansada de acordar constantemente, de ela só adormecer com mama,e tudo isto torna-se numa grande bola de neve, que cresce, cresce e cresce e que leva tudo à frente. Porque não descanso, porque não tenho tempo para mim, para as coisas de(a) casa, para nós. E é mais do que frequente eu adormecer sem tomar banho, às vezes sem comer. E mesmo que adormeça sem eu adormecer com ela, está constantemente a acordar e não posso fazer nada de nada. Não posso ver um filme, não posso ouvir uma música, não posso simplesmente sentar-me e relaxar um pouco. Adoro-a, não imagino a minha vida sem ela. Mas estou cansada e acho que não aguento mais. E ando há meses a dizer que não aguento mais, mas vou sempre aguentando. E lá vou ouvindo incompreensões de quem diz que imagina que custa mas que afinal nem entende porque ando tão cansada. E vou ouvindo boca aqui, boca ali, porque afinal de contas até mereço: ando sempre a dizer que não aguento mais e afinal ainda aqui estou. Quem me manda a mim não ter caído já para o lado, ter endoidecido de vez, sei lá....quer dizer doida já estou mas ainda não vim nua trabalhar e tal, por isso ainda devo ter algum bocadinho de sanidade mental. Confuso? Não entenderam pois não?? ok, deixem lá. Ninguém lê isto de qualquer das formas, por isso não faz mal.

Pronto, já gritei um bocadinho do que estou a sentir. Vou ali e já volto.

Tenho

sono......muito sono.

Porque o Natal

comemora o Seu nascimento:
no presépio já identifica o Jisus, a mamã do Jisus e o papá do Jisus....sim, a mamã e o papá ainda não têm nome, cada coisa a seu tempo, ehehhe.

Adora

a lua. À noite, os olhos percorrem o céu em busca dela e brilham quando a encontra. Lua cheia ou não, ela gosta.

Quando

vi o Pai Natal dentro da casinha , gordinho, de barbinhas, muito simpático, achei que ela ia gostar de vê-lo. Afinal de contas, não fala de outra coisa. Não quis entrar, só queria vê-lo ao longe, mas sempre apreensiva. Não insisti, claro e comecei a caminhar em direcção ao parque de estacionamento. De repente ela pára e diz "Quéi ir ao Papai Natal". Muito decidida virou para trás e foi em direcção à casinha. Assim que chegou perto da porta, ele acenou, pegou num presente para lhe dar e chamou-a. Ela desata aos berros, como se alguém a estivesse a matar ou a forçar a ir lá. Eu rio, pego nela ao colo e fui embora. Dei uma grande tampa no Pai Natal, que ficou lá de presente na mão a ver-nos fugir dali.

sexta-feira, dezembro 16, 2005

SÔ dona Catarina

Faça o favor de dar notícias que já estou a ficar preocupada! ok?????
A gerência agradece.

quinta-feira, dezembro 15, 2005

E

se de repente se esquecer do número da sua própria porta???
Então é altura de ir ao médico.
(estou linda estou)

Algures na conversa entre mim e outra menina:
Eu:- Acho que me enganei no número...já não sei se é 154 ou 174. Vou perguntar ao b. e já te digo
(....)
Eu:- ok é 784

Ao menos tinha um 4, não me enganei nos números todos

Ordem

da filha, enquanto a mãe cantarolava a música dos mini robôs que estavam a dar no momento:
"Shiiiiiu, não canta, não sabisss"

Ok mensagem recebida.

Já

vos disse alguma vez que detesto gente burra??!!

Adora

a música dos "Mini robôs". E já sabe a ordem pela qual dão os desenhos animados à noite:
"pimeiro o lipiple (little people), seguii Noddy e seguii bobôs!" (mini robôs)

Pede

a mão à avó e diz "vamos caminhaí como o Ruca!!"
(isto porque num dos episódios do Ruca ele vai de mão dada com a avó).

quarta-feira, dezembro 14, 2005

A

burrice irrita-me.
Principalmente em adultos, maiores e vacinados, com idade para ter juízo.
E ponto final.

A

melhor coisa que o Natal tem é o facto de dar mais um dia de folga.
Natal ao Domingo devia ser proibido.

A

minha filha tem tanto de doce como de teimosa. Tem dois bons mestres lá em casa, não é para admirar.
Não gosta que lhe peçamos para fazer ou dizer coisas em frente de outras pessoas, ou seja, não gosta de ser o palhacinho ou a marionete de serviço (e ainda bem, porque quando por momentos perdemos a racioanlidade nesse campo e cedemos a essa tentação ela dá-nos um "estalo"). Quando estamos em frente de desconhecidos não fala, não ri, só observa. Não diz o nome, só diz olá aos meninos pequeninos. Acho que o pediatra dela pensa que nós exageramos quando, em resposta às perguntas dele, dizemos que já fala tanto e tão bem, que já conta até 12, que constrói frases há meses. Mas não faz mal. Porque todos os dias, nós, as pessoas mais próximas dela e que verdadeiramente contam, somos prendados com toda a sua graciosidade. E sabe bem...sabe muito bem ter esse exclusivo só para nós. E amo-a mesmo assim, teimosa, muito teimosa.

(e lá continuarei a ouvir os estranhos dizerem:"ah, pois, é muito pequenina, ainda não sabe falar" :))

terça-feira, dezembro 13, 2005

Natal em Inglês

"ôh, ôh, ôh, meri critmas" dito por aquele ser de 18 meses tem outra graça.

Quando

o Natal terminar, vou fazer uma greve de fome em frente ao palácio de Belém, para que os nossos governantes ordenem que não se tirem as luzes e enfeites de Natal.
Ou isso, ou a minha filha vai ter um grande desgosto.

Cada

semana ela cresce. Deixo-a de manhã em casa e à noite parece-me mais crescida, as feições já parecem mudadas, parece-me mais menina. Já não é um bebé. É cada vez mais um ser independente na forma de ser, pensar e agir, mas ao mesmo tempo tão dependente de nós, especialmente de mim. É cada vez maior este amor que nos une, e eu que o pensei impossível de crescer mais. Mas ela...ela provou-me que o amor não é quantificável, mensurável, não tem tamanho definido.
A minha menina enche-me o coração de tal forma que parece que vai explodir...será que o meu coração aguenta tamanho sentimento?
Os dias difíceis de incertezas, dias em que me acho má mãe, dias em que a acho má filha, dias em que parece que não vou conseguir educá-la, dias que parecem um mar infinitos de angústias, desaparecem do mapa do tempo, quando um ser pequenino de 18 meses nos abraça, dá beijinhos carinhosos e diz repetidas vezes "Gosto de ti muuuuuuito".